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Dente Incisivo

Os dentes incisivos são situados na parte frontal da arcada dentária, possuem forma quadrangular, e tem a função de cortar os alimentos, geralmente, os alimentos menos rígidos, dando início à preparação da função mastigatória. Os incisivos têm uma face cortante, biselada e uma só raiz.
 

Dente Molar


O dente molar é um dos primeiro dentes permanentes a erupcionar na arcada dentária, sendo também, o mais complexo na maioria dos mamíferos. O termo molar significa mó ou pedra de moinho, assim, a principal função dos dentes molares é a de triturar os alimentos. Outra função atribuída ao dente molar é que por ser o primeiro dente que erupciona na arcada dentária, é ele quem determina a chave de oclusão dentária.


Dentes Caninos



Os dentes são formações de aspecto ósseo, que têm a tarefa de apreender, moer e cortar os alimentos. O dente canino é uma espécie de dente que compõem a arcada de humanos e de alguns animais. Esses dentes possuem a forma de cone e sua função é a de perfurar os alimentos (por isso os caninos são mais desenvolvidos em certos animais carnívoros) e é, geralmente, o mais pontiagudo e comprido dos dentes.

 

 

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Todas as imagens contidas nesse blog foram retiradas da internet. Avisem-me  se algumas dessas imagens estiverem protegidas por Copyright. Que imediatamente a mesma será retirada. 
 
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OSTEOMIELITE SUPURATIVA

A osteomielite é uma infecção intra-óssea que se dissemina através dos espaços medulares. Nos maxilares, a mandíbula é afetada com maior freqüência e tende a uma grande propagação de infecção devido à amplitude desses espaços medulares. A origem mais comum da infecção é odontogênica, mas o trauma local ou a disseminação hematogênica podem, também, causar a condição. O curso ’ clínico pode ser agudo ou crônico, apresentando os pacientes freqüentemente febre, linfadenopatia e uma elevada contagem dos leucócitos. A área envolvida é dolorosa, e, em muitos casos, os dentes ficam ligeiramente extruídos. Inicialmente, os casos agudos precoces não apresentam alterações radiográficas. Como tempo, tipicamente é desenvolvida uma zona radiotransparente definida de comprometimento infeccioso, podendo apresentar uma formação de seqüestro central radiopaco. Em muitos casos, as imagens de tomografia computadorizada e ressonância magnética são superiores às ladiografias convencionais no delineamento da extensão do processo infeccioso.

 Em casos agudos, o abscesso intra-ósseo dissemina-se através dos espaços medulares e é associado a uma grande intensidade dos sinais e sintomas. Nesses casos, o tratamento consiste no uso de antibióticos e drenagem. Nos casos crônicos, as bolsas de abscesso são encapsuladas por um tecido conjuntivo fibroso reacional. A penetração dos antibióticos no interior dessas zonas fibróticas é muito deficiente, sendo obrigatória a realização de uma intervenção cirúrgica. É necessária a remoção abaixo de todo o tecido infectado para um bom sangramento ósseo. Os antibióticos também são utilizados, mas geralmente em altas doses intravenosas, sendo a penicilina a droga de escolha e a clindamicina usada nos pacientes alérgicos à penicilina. Nos casos crônicos, são utilizadas técnicas cintilográficas com tecnécio-99 ou gálio-67, para avaliar a disseminação inicial da infecção e a subseqüente resposta à terapia.

 



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 20h08
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Pulpite (Inflamação da Polpa Dental)

É a inflamação da polpa dentária, tem como causa a evolução

da cárie dentária,

que, depois de atingir o esmalte, 

invade a dentina até chegar à polpa do dente.

Há basicamente dois tipos de pulpite, a aguda e a crônica. 

Pulpite aguda: a causa dela é a seqüência natural da evolução da cárie 

ampla numa das faces do dente ou junto a uma restauração que não está 

perfeitamente adaptada. 

pulpite crônica: a cárie dentária pode passar para esta fase diretamente,

 sem agudizar, e raramente há ocorrência de dores. 

Tratamento:

não existe alternativa conservadora para o paciente, 

ou executa o tratamento do canal dTratamento

A pulpite desaparece quando a causa é tratada. 

Quando a pulpite é detectada precocemente, 

uma restauração temporária contendo um sedativo pode eliminar a dor.

 Essa restauração pode ser mantida no local durante seis a oito semanas e, 

em seguida, ela deve ser substituída por uma restauração permanente.

Algumas vezes, uma restauração permanente 

pode ser realizada imediatamente.o dente ou providencia a sua remoção.



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 19h10
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Raspagem e alisamento radicular para manter seus dentes e boca limpos

Procedimentos são indicados para casos de gengivite

Você vai ao dentista a cada seis meses para um exame e limpeza dos dentes. Um dia o dentista descobre que você está com gengivite. Gengivite é uma inflamação do tecido gengival que pode afetar os dentes e osso em que estão fixados. A placa bacteriana, os ácidos e certos alimentos contribuem para o desenvolvimento da gengivite. Felizmente, existem dois métodos para reverter a doença: a raspagem dos dentes e o alisamento da raiz. 

 

A raspagem pode ser feita manualmente e/ou com o uso de instrumentos ultrassônicos. O procedimento inicia-se com um exame completo da sua boca. Em seguida, o dentista utiliza um aparelho que remove a placa bacteriana por meio de vibrações. Este aparelho remove o tártaro (cálculo), a placa e a película bacteriana da superfície dos dentes e abaixo da linha da gengiva. Em seguida, o dentista pode usar um instrumento manual para retirar resíduos que tenham ficado na superfície dos dentes ou abaixo da linha da gengiva. 

 

O alisamento radicular envolve a raspagem cuidadosa da raiz do dente com o objetivo de reduzir a inflamação. O dentista faz a raspagem para alisar as áreas irregulares e impedir o crescimento da placa e da película bacteriana. 

 

Dói?

 

Se o tecido gengival estiver sensível e inflamado, pode-se administrar anestesia local antes da limpeza. Se seus dentes estiverem sensíveis, antes ou depois da limpeza, o dentista pode recomendar o uso de uma creme dental dessensibilizante. A raspagem dentária e o alisamento radicular podem exigir de duas a quatro consultas, dependendo do grau de enfermidade. Se você tiver doença periodontal, a raspagem e o alisamento radicular serão realizados primeiro e, posteriormente, realiza-se a cirurgia periodontal. 

 

Melhor saúde bucal

 

O dentista lhe ensinará como cuidar de seus dentes e gengiva. Ele explicará o uso correto do fio dental e da escovação para evitar o desenvolvimento futuro de bactérias e a formação do tártaro. 

 

FONTE:http://www.minhavida.com.br/saude/materias/16374-raspagem-e-alisamento-radicular-para-manter-seus-dentes-e-boca-limpos



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 19h57
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CISTO DO TRATO TIREOGLOSSO

A tireóide cervical desenvolve-se a partir de uma proliferação epitelial que migra da região, mais arde chamada de forame cego da língua, para a sua posição final bilateralmente à traquéia. O cisto do trato tireoglosso (cisto do dueto tireoglosso) forma-se dos remanescentes epiteliais em qualquer lugar ao longo dos processos de desenvolvimento. Esses cistos tipicamente apresentam-se como tumefaçoes assintomáticas da linha média que exibem movimento vertical durante a protrusão da língua e a deglutição. A maioria dos casos apresenta-se abaixo do osso hióide como um edema localizado na lmha média do pescoço. Cerca de 70% dos casos aparecem após o paciente atingir 20 anos de idade. Com menos frequencia, o crescimento ocorre no pescoço acima do osso hióide ou na musculatura da lmgua. Nesses casos, o cisto pode ser associado a drenagem, dor, obstrução das vias respiratórias, disfoma, disfagia, tosse ou asfixia.

O cisto é revestido por epitélio escamoso estratificado ou epitélio colunar pseudo-estratificado ciliado; a parede pode conter células inflamatórias, glândulas mucosas ou folículos da tireóide.

mbora a associaçao a agenesia da tireóide seja rara, recomenda-se evidenciar a presença da tireóide normal. O tratamento de escolha é o procedimento cirúrgico de Sistrunk, que resulta uma taxa de recorrência de menos de 5% e envolve a remoção cirúrgica do cisto, do dueto que comunica o cisto ao forame cego e da porção central do osso hióide. A transformação em carcinoma do cisto do trato tireoglosso e extremamente rara.



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 19h09
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FIBROMA FIBROMA NODULAR, HIPERPLASIA FIBROSA FOCAL

O fibroma é o mais comum dos tumores de tecido mole da cavidade oral. Na maioria dos casos, é duvidoso constituir um neoplasma verdadeiro, sendo muito mais uma hiperplasia reacional do tecidí conjuntivo em resposta a uma irritação local ou trauma. Geralmente, apresenta-se como um nódulo bem-definido com superfície lisa e rósea, podendo ser séssil ou pedunculado. A maioria tem menos de 2 cm de diâmetro, mas, algumas vezes, eles podem-se tomar consideravelmente grandes. São observados, com mais freqüência, nos adultos do que nas crianças. Os fibromas são mais comumenu localizados na mucosa jugal ao longo da linha de oclusão, sendo presumivelmente decorrentes de uc traumatismo provocado pelos dentes. A mucosa labial, a gengiva e a língua constituem, também, sítios comuns da sua presença. Os fibromas apresentam, tipicamente, crescimento lento, sendo assintomáticos, a menos que traumatizados secundariamente. O tratamento consiste na excisão cirúrgica local, e a lesão raramente recidiva.



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 10h45
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GRANULOMATOSE OROFACIAL...

Granulomatose orofacial é um termo empregado para descrever as lesões inflamatórias granulomatosas não-explicadas das regiões oral e facial. O diagnóstico requer a exclusão dos processos granulomatosos sistêmicos que podem ter um envolvimento oral ou facial, tais como tuberculose, sarcoidose e doença de Crohn. Embora a causa seja desconhecida, muitas vezes alguns casos relatados têm sido relacionados etiologicamente a infecções odontogênicas adjacentes ou à exposição a certos alimentos ou condimentos.

A granulomatose orofacial é caracterizada, predominantemente, por episódios recorrentes de edema na boca e na face que podem resultar em deformação permanente. Uma das manifestações clínicas mais conhecidas é o aumento difuso de um ou ambos os lábios, chamado “queilite granulomatosa , condição que pode apresentar-se clinicamente semelhante ao edema angioneurótico: todavia, o aumento de volume não é produzido apenas pelo edema; ocorre, também, a infiltração de tecido inflamatório granulomatoso não-caseoso no tecido conjuntivo e glândulas salivares. O aumento do lábio pode estar associado à descamação e à rachadura do vermelhão do lábio. Alguns pacientes podem desenvolver edema, eritema ou erosão de outras áreas, como a mucosa jugal, o palato ou o assoalho da boca. Outros sinais apresentados podem ser a gengivite granulomatosa e o tecido hiperplásico linear no sulco mucovestibular. Se ocorrerem a língua fissurada e a paralisia do nervo facial em associação à queilite granulomatosa, a condição é reconhecida como “síndrome de Melkersson-Rosenthal”.

O curso das lesões na granulomatose orofacial é variável. As exacerbações dos edemas podem levar de horas a meses por episódio. Com o tempo, o espaço entre as recorrências e a extensão dos edemas pode diminuir gradualmente, mas alguma deformação permanente pode persistir. Em todo paciente com granulomatose orofacial, deve-se descartar o diagnóstico de processos patológicos granulomatosos sistêmicos, tais como doença de Crohn, doença granulomatosa crônica, sarcoidose e doenças infecciosas granulomatosas, antes de ser empregado qualquer tratamento.

O tratamento da granulomatose orofacial é desapontador, consistindo o mais comum em injeções de corticosteróides no interior da lesão. Esteróides sistêmicos também têm sido usados. A correção cirúrgica dos lábios aumentados é realizada algumas vezes, porém tais ressecções devem ser reservadas aos pacientes cuja doença se encontre em estágio de quiescência. Nos casos relacionados à infecção odontogênica ou à exposição a certos alimentos, a eliminação dos fatores causadores pode levar à resolução dos edemas.



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 09h37
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A arcoidose

A sarcoidose é uma doença de causa desconhecida que apresenta áreas multifocais de inflamação granulomatosa não-caseosa. Várias causas são sugeridas, como micobactérias, vírus e hipersensibilidade a materiais antigênicos. A doença é mais comum entre as mulheres e negros, e o diagnóstico usualmente é feito em pacientes entre 20 e 35 anos de idade. As áreas de envolvimento mais freqüentes são os linfonodos e os pulmões. Em geral, observa-se, nas radiografias do tórax, uma linfadenopatia hilar bilateral. Podem ocorrer placas violáceas na pele, e o envolvimento salivar pode resultar no aumento glandular e xerostomia. Lesões intra-orais são raramente observadas, e, quando notadas, apresentam-se como lesões nodulares, papulares ou granulares que podem ter coloração vermelho-amarronzada, violácea ou normal. As lesões granulomatosas intra-ósseas podem estar presentes. A biópsia das glândulas salivares é realizada, algumas vezes, como auxílio para o diagnóstico nos casos em que se suspeita de sarcoidose. Os níveis elevados da enzima conversora da angiotensina (ECA) são fortemente associados ao diagnóstico da condição.



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 20h01
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Quando usado corretamente, o fio dental remove a placa bacteriana e os resíduos de alimentos das áreas onde a escova dental não tem acesso fácil, como, por exemplo, a linha da gengiva e as áreas entre os dentes. O uso diário do fio dental é altamente recomendável uma vez que a placa bacteriana pode levar ao aparecimento de cáries e doenças gengivais.

Para usar o fio dental de maneira correta fça o seguinte:

- Enrole aproximadamente 40 centímetros do fio ao redor de cada dedo médio, deixando uns dez centímetros entre os dedos.

- Segurando o fio dental entre o polegar e indicador das duas mãos, deslize-o levemente para cima e para baixo entre os dentes.

- Passe cuidadosamente o fio ao redor da base de cada dente, ultrapassando a linha de junção do dente com a gengiva. Nunca force o fio contra a gengiva, pois ele pode cortar ou machucar o frágil tecido gengival.

- Utilize uma parte nova do pedaço de fio dental para cada dente a ser limpo.

- Para remover o fio, use movimentos de trás para frente, retirando-o do meio dos dentes.

Que tipo de fio dental devo usar?

Há dois tipos de fio dental:

- Fio de nylon (ou multifilamento)

- Fio PTFE (monofilamento)

Existem no mercado fios dentais de nylon, encerados ou não, com uma grande variedade de sabores. Como esse tipo de fio é composto de muitas fibras de nylon, ele pode, às vezes, rasgar-se ou desfiar, especialmente se os dentes estiverem muito juntos. Embora mais caro, o fio de filamento único (PTFE) desliza facilmente entre os dentes, mesmo com pouco espaço, e não se rompe. Usados de maneira adequada os dois tipos de fio removem a placa bacteriana e os resíduos de alimentos.

 

Fonte:http://saudebucal.ig.com.br/higieneoral/como+usar+o+fio+dental/n1596865235661.html



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 16h51
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CARCINOMA DAS CÉLULAS BASAIS

O carcinoma das células basais é o tipo mais comum de câncer da pele. A maioria das lesões ocorre em adultos do sexo masculino na pele da cabeça e do pescoço, no terço médio da face, na testa, e as orelhas são particularmente vulneráveis. Esse tumor é mais comum em pessoas de pele clara, sendo mais associado à exposição crônica ao sol. Pessoas com a pele escura raramente são afetadas. O carcinoma das células basais desenvolve-se a partir da camada de células basais da pele e seus apêndices. E um neoplasma invasivo e localmente destrutivo. Pode causar a morte pelo envolvimento de estruturas vitais adjacentes, mas raramente ocorre metástase. Não se desenvolve a partir da mucosa oral, mas a mucosa labial pode ser envolvida pela extensão periférica de um tumor adjacente.

O quadro clínico é variável. Algumas lesões desenvolvem-se como nódulos que apresentam uma vascularização aumentada na superfície (telangiectasia). A coloração pode ser perolizada. O tumor pode ulcerar ou desenvolver uma área deprimida, preenchida por ceratina. A lesão cresce lentamente em profundidade e lateralidade, dando origem a uma borda roliça e com alguma elevação. Lesões ulceradas podem exibir uma tentativa de cura, mas eventualmente reaparecem. Em outras ocasiões, o carcinoma das células basais desenvolve-se como placa escamosa e eritematosa, ou área semelhante a uma cicatriz. Não é incomum uma pessoa desenvolver múltiplas lesões. O carcinoma das células Q basais tomou-se um problema para os pacientes imunocomprometidos por causa da diminuição dos

mecanismos de defesa do hospedeiro contra a oncogênese.

Vários métodos são utilizados no tratamento do carcinoma das células basais, como a excisão cirúrgica, radioterapia, eletrodessecação e crioterapia. Técnicas cirúrgicas que utilizam, concomitantemente, o exame de cortes congelados de amostras cirúrgicas para a avaliação das margens (cirurgia micrográfica de Mohs) permitem a remoção do carcinoma das células basais com morbidade mínima e reduzida chance de recidiva.




- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 16h56
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HEMORRAGIA SUBMUCOSA (PETÉQUIA, EQUIMOSE, HEMATOMA)

A hemorragia intra-oral é causada pela ruptura de vasos sangüíneos que pode ocorrer em conseqüência de trauma, cirurgia ou alguma forma de discrasia sangüínea. Uma petéquia é uma área plana pequena de sangramento precisamente localizada, ao passo que uma equimose é uma área de hemorragia maior, também não-elevada. Um hematoma é o acúmulo localizado de sangue extravasado para os espaços teciduais que produz aumento de volume percebido clinicamente (-oma é o sufixo grego para tumor). A hemorragia submucosa freqüentemente apresenta uma coloração avermelhada ou purpúrea, mas também pode-se apresentar com uma coloração azulada a negro-azulada. Como o sangue fica livre no interior dos tecidos moles, a lesão não deve empalidecer, quando comprimida. Em alguns casos, as lesões hemorrágicas podem ser um sinal da presença de uma discrasia sangüínea, como, por exemplo, hemofilia, leucemia, trombocitopenia, ou de uma terapia anticoagulante. Muitas áreas de hemorragia organizam-se com tecido de granulação e se resolvem sem tratamento. Hematomas grandes podem requerer intervenção cirúrgica com incisão e drenagem.




- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 10h23
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DOENÇA DO ENXERTO VERSUS HOSPEDEIRO

A doença do enxerto versus hospedeiro (DEVH) é uma complicação comum do transplante alógeno de medula óssea, um procedimento realizado para tratar doenças fatais, como leucemia, anemia aplástica e carcinoma metastático. Nesse procedimento, são usados medicamentos citotóxicos e radioterapia, para destruir as células malignas; dessa forma, as células hematopoiéticas normais do paciente também são destruídas. Para substituir tal tecido, o paciente deve receber um transplante de medula óssea de um doador com HLA compatível. Porém, a compatibilidade de HLA freqüentemente não é exata, e, apesar do uso de drogas imunossupressoras, as células imunes transplantadas podem reconhecer encontrarem-se em um ambiente “estranho”, podendo atacar os outros tecidos do paciente, originando a DEVH.

 

A.1™ aguda acontece dentro dos primeiros 100 dias após o transplante, sendo caracterizada por diarréia, náusea, vômitos, deficiência renal, erupção cutânea ou alteração da pele que se assemelha à necrólise epidérmica tóxica. A DEVH crônica pode constituir uma continuação da forma aguda ou desenvolver-se após os 100 dias do transplante. Os sintomas simulam, freqüentemente, uma das doenças auto-imunes, como o lúpus eritematoso, síndrome de Sjõgren, ou cirrose biliar primária. Lesões cutâneas são comuns e podem-se assemelhar ao líquen plano ou esclerose sistêmica O envolvimento oral ocorre em 80% dos indivíduos com DEVH crônica. As lesões geralmente são caracterizadas por placas brancas e estriamentos da mucosa jugal, mucosa labial e língua, que se podem assemelhar ao líquen plano. Sensibilidade e áreas com erosão não são incomuns. Os pacientes, às vezes, também reclamam de uma sensação de ardência generalizada na mucosa oral, que deve ser diferenciada de uma candidíase secundária. A xerostomia pode acontecer como resultado do envolvimento da glândula salivar.

 

 

Pacientes com DEVH normalmente já fazem uso de medicamentos imunossupressores sistêmicos potentes, como a ciclosporina e prednisona. Por isso, qualquer tratamento específico das lesões orais da DEVH crônica deve ser coordenado com o hematologista/oncologista do paciente. O uso de anestésicos tópicos pode promover alívio temporário, para facilitar a alimentação, e o tratamento com corticosteróide tópico pode ajudar na cura das lesões orais. A ciclosporina A tópica também é usada para tratar as lesões orais. Se a xerostomia estiver presente, poderão ser indicadas aplicações tópicas de iluoreto, a fim de ajudar a prevenir as cáries relacionadas à xerostomia.



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 19h43
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GRANULOMATOSE DE WEGENER

A granulomatose de Wegener é uma doença inflamatória multissistêmica, caracterizada pela vasculite necrosante e granulomatosa. A forma clássica da doença mostra uma tríade de lesões das vias respiratórias superiores e inferiores, bem como lesões renais, embora formas limitadas da doença possam ocorrer. A doença usualmente tem um início insidioso, com sintomas de perda de peso, fadiga e febre baixa. O envolvimento das vias respiratórias superiores é freqüentemente semelhante ao do “granuloma letal da linha média”, sendo caracterizado por sinusite, rinite, obstrução nasal, assim como lesões necróticas e destrutivas das cavidades oral e nasal. A destruição do palato, que resulta na comunicação buconasal, pode ocorrer, porém com menos freqüência do que no granuloma letal da linha média (ver Fig. 11.18). A lesão oral mais comum é uma gengivite hiperplásica de coloração avermelhado-purpúrea, que freqüentemente exibe uma superfície granular friável com muitas petéquias (gengivite em morango). A perda do osso alveolar e a mobilidade dentária também podem ocorrer. As lesões granulomatosas das glândulas salivares podem acarretar o aumento da parótida. O envolvimento dos pulmões pode levar à tosse e dispnéia, e, em raros casos, produzir hemoptise. O envolvimento da pele é observado em cerca da metade dos pacientes, muito comumente na forma de lesões papulares ou ulcerativas.

 

Um marcador laboratorial util para o diagnóstico da granulomatose de Wegener é a presença de anticorpos citoplasmáticos antineutrofílicos, encontrados em mais de 90% dos pacientes com a doença generalizada aguda, mas nem sempre nos pacientes com as formas mais limitadas da doença. Os problemas renais eram anteriormente causas comuns de morte, mas agora muitos pacientes têm um bom prognóstico com a terapia à base de corticosteróide e ciclofosfamida.



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 19h57
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CISTO DO DUCTO NASOPALATINO QUE SIMULA UM CISTO PALATINO MEDIANO

Como mencionado, relatos de pacientes com a permanência do dueto nasopalatino demonstram que os duetos tipicamente se dirigem superior e ligeiramente posteriormente, a partir do canal incisivo para a cavidade nasal. Os cistos do dueto nasopalatino que surgem na porção do dueto próximo à cavidade nasal podem-se apresentar, radiograficamente, como um cisto palatino mediano. Casos de cistos do dueto nasopalatino têm sido observados, radiograficamente, como cistos palatinos / -- medianos, apresentando, porém, uma comunicação com o canal incisivo no momento da cirurgia. Muitas lesões chamadas de cistos palatinos medianos podem constituir cistos do dueto nasopalatinoy localizados posteriormente.

 



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 11h52
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MELANOMA MALIGNO

O melanoma maligno é um câncer dos melanócitos que ocorre primordialmente na pele, mas ocasionalmente se desenvolve na mucosa oral. A etiologia do melanoma intra-oral é desconhecida, mas há uma forte evidência de que o desenvolvimento dos melanomas cutâneos é relacionado à exposição ao sol, particularmente em áreas onde ocorreram queimaduras. A predisposição genética é também um fator. Os melanomas intra-orais são raros, se comparados aos melanomas cutâneos. São geralmente diagnosticados em adultos entre 40 e 60 anos, e ocorre predileção pelo sexo masculino. A localização mais comum é o palato e a gengiva da maxila. A coloração varia da semelhante à da pele bronzeada, passando pelo marrom até o negro-azulado e, ainda, pode ser homogênea ou misturar essas cores. A lesão pode ser achatada, nodular ou ulcerada. O seu contorno pode ser tanto bem-definido quanto irregular com áreas de pigmentação adjacentes (lesões-satélites). O tumor pode-se apresentar com uma lesão única ou múltiplas áreas de intensa pigmentação melânica entremeada por mucosa normal aparente. O melanoma intra-oral inicial pode-se confundir com áreas de aparência inofensiva, melanose benigna ou tatuagem por amálgama.

 

O tratamento para o melanoma inicial é a excisão cirúrgica. A radioterapia, a quimioterapia e a imunoterapia são empregadas como adjuvantes, dependendo do grau de extensão da doença. O prognóstico do melanoma oral é considerado pior do que o do melanoma cutâneo, porque são freqüentes as metástases para os linfonodos regionais e órgãos distantes, o que ocorre possivelmente devido a considerações anatômicas e falta de reconhecimento das alterações iniciais do melanoma, quando melanócitos atípicos ainda estão confinados no epitélio, sem que tenha ocorrido a invasão.



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 17h01
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PSEUDOCISTO DO SEIO MAXILAR (MUCOCELE DO SEIO)

 

O pseudocisto do seio maxilar apresenta-se como uma lesão que exibe uma radiopacidade em forma de cúpula do assoalho do seio maxilar. Tais lesões são comuns, sendo encontradas radiograficamente em 1,5 a 10,0% da população. Os termos “mucocele do seio” e “cisto de retenção” são utilizados para tal condição; todavia, esses termos são imprecisos, porque a lesão não é relacionada ao acúmulo de mucina, tendo mais provavelmente uma origem inflamatória. (Os mucoceles do seio e o cisto de retenção verdadeiros podem ocorrer no seio maxilar, mas são muito menos comuns.) O pseudocisto constitui um acúmulo de líquidos abaixo do periósteo do assoalho do seio maxilar que resulta na separação e elevação do revestimento mucoso do seio da parede óssea. O líquido parece ser um exsudato inflamatório que pode, assim, constituir a extensão da infecção do dente adjacente que deve ser examinado para o diagnóstico diferencial. Geralmente, o paciente não apresenta sintomas. A lesão freqüentemente regride por si só, e nenhum tratamento é necessário em muitos casos.

 



- Postado por: Dr. Paulo.Farah às 10h18
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